terça-feira, 8 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Ocorreu nos dias 27 de fevereiro a 20 de março de 2010
Oficinas de TEATRO, DANÇA E SAMBA DE RODA voltadas para a pesquisa de uma linguagem teatral de marcado traço étnico afrobrasileiro.
No Indec. Rua Francisco Antônio Nascimento, 42, bairro de Miguel Couto, Nova Iguaçu/RJ
Teatro - Da narração à ação
Samba de roda - Entendendo o samba de roda
(Oficineiros: Adailton Moreira e Noan Moreira Gomes)
A proposta dessa oficina era reconhecer os elementos e a estruturação dessa expressão artística, de modo a possibilitar aos participantes a utilização de seus signos para novas construções discursivas e como maneira de contribuir à pesquisa de uma linguagem teatral. Foram trabalhados cantos, toques, dança e estudos das letras dos sambas de roda e seu significado sócio-cultural.
Oficinas de TEATRO, DANÇA E SAMBA DE RODA voltadas para a pesquisa de uma linguagem teatral de marcado traço étnico afrobrasileiro.
No Indec. Rua Francisco Antônio Nascimento, 42, bairro de Miguel Couto, Nova Iguaçu/RJ
Teatro - Da narração à ação
(Oficineiros: Gustavo Mello, Marcos Serra e Rodrigo dos Santos)
A oralidade é uma importante forma de transmissão de conhecimento utilizada pelo povo afrobrasileiro. Esse modo próprio de contar histórias revela traços de teatralidade que foram pesquisados e desenvolvidos nessa oficina de modo que o ator/atriz - profissional ou amador, veterano ou inicinante - descubra formas de desenvolvimento de dramaticidade que envolvam sua potencialidade gestual, vocal e facial para o desenvolvimento de sua capacidade narrativa e para um outro método de construção de personagens.
Dança Afrocontemporânea
(Oficineiras: Ágatha Oliveira e Valéria Monã)
Nessa oficina fpram trabalhados elementos da dança e da gestualidade de matriz africana, com especial ênfase para o samba de roda, em diálogo com técnicas e elementos da dança contemporânea. O objetivo era dar aos participantes novos elementos para se compreender a dança e a gestualidade do povo brasileiro e estimular no ator/atriz, dançarino/dançarina um corpo livre de imposições ideológicas, capaz de romper com a lógica usual da movimentação de cena.
Samba de roda - Entendendo o samba de roda
(Oficineiros: Adailton Moreira e Noan Moreira Gomes)
A proposta dessa oficina era reconhecer os elementos e a estruturação dessa expressão artística, de modo a possibilitar aos participantes a utilização de seus signos para novas construções discursivas e como maneira de contribuir à pesquisa de uma linguagem teatral. Foram trabalhados cantos, toques, dança e estudos das letras dos sambas de roda e seu significado sócio-cultural.
O espetáculo conta a história de um homem, desde a sua construção, do barro, ainda antes de nascer. Ao atingir a idade adulta ele decide partir para o mundo no intuito de conhecer outras culturas e povos. O Patriarca de sua cidade lhe impõe três importantes interditos, cuja desatenção poderá lhe levar à completa perda de identidade enquanto membro de seu grupo. O protagonista, seduzido pela possibilidade de viver experiências e sensações jamais concebidas ou admitidas pela comunidade a que faz parte, quebra o primeiro interdito ao se entregar perdidamente ao amor de uma mulher. Por
ironia do destino, o objeto de seu amor morre, e ele decide partir no encalço da Morte para, numa conversa frente a frente, fazê-la “desmorrer” o seu Amor. Para isso, terá que quebrar outros dois interditos – andar em companhia da Loucura e procurar pela Morte.
ironia do destino, o objeto de seu amor morre, e ele decide partir no encalço da Morte para, numa conversa frente a frente, fazê-la “desmorrer” o seu Amor. Para isso, terá que quebrar outros dois interditos – andar em companhia da Loucura e procurar pela Morte.
Orí
A história do espetáculo foi criada em conjunto pelo elenco, apartir de pesquisas e reflexões tendo por tema o conceito de Orí, que é desenvolvido por diversas etnias africanas, sob variadas denominações, e cujo conhecimento é, até hoje, preservado nos terreiros de candomblé.Apesar de ser traduzido como cabeça e de ser a ela relacionado, Orí não tem necessária ligação com a racionalidade nos moldes propostos pela cultura e filosofia ocidental européia. Em breves palavras, Orí é entendido como a nossa principal orientação, nossa possibilidade de escolha. Orí deve ser tratado e preservado como fonte privilegiada de energia e de contato com o mundo. É onde se originam as escolhas e, ao mesmo tempo,constitui-se na primeira escolha feita pelos seres humanos antes do nascimento. Orí, via de regra, é a primeira parte do nosso corpo que chega o mundo, é muitas vezes objeto de disputa dos deuses, é o que primeiro se cuida para garantir a boa saúde do corpo. É a partir de Orí que se possibilita o processo de construção de um ser individual e coletivo. Orí é ainda a única divindade que acompanha o ser humano quando da sua morte, sendo enterrado junto com seu corpo.
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